
O Sol tinha acabado de nascer, e Marina foi à praia caminhar na areia. Como era boa aquela sensação de liberdade, felicidade, misturado a brisa do mar... Tudo o que ela mais queria é que esse sentimento bom não acabasse nunca. Tanta coisa boa a esperava... Disso ela tinha certeza. E todos os dias ela agradecia à Deus por tudo o que havia lhe acontecido. As coisas ruins serviram como lições, e as boas, ficaram bem guardadas na memória, para sempre serem relembradas com muito carinho.
Ela apanhou uma concha que estava no chão e admirou a beleza que a natureza nos mostra. Observou muito bem a paisagem do mar, dos barcos, das pedras... a areia macia... afinal, ela só voltaria ali nas próximas férias. Como ela queria ter a praia como refúgio! Para espantar as mágoas, desabafar, contar seus segredos & aventuras... ter um lugar pra descansar, longe de tudo e todos... Era o último dia de Marina na praia. No dia seguinte ela sabia que começaria tudo denovo. Observando uma onda que veio delicadamente até seu pé, ela suspirou, caminhou até as pedras, sentou-se e ficou ali, parada, tentando guardar o máximo daquele momento, simples, mas mágico, repleto de paz.
Ela apanhou uma concha que estava no chão e admirou a beleza que a natureza nos mostra. Observou muito bem a paisagem do mar, dos barcos, das pedras... a areia macia... afinal, ela só voltaria ali nas próximas férias. Como ela queria ter a praia como refúgio! Para espantar as mágoas, desabafar, contar seus segredos & aventuras... ter um lugar pra descansar, longe de tudo e todos... Era o último dia de Marina na praia. No dia seguinte ela sabia que começaria tudo denovo. Observando uma onda que veio delicadamente até seu pé, ela suspirou, caminhou até as pedras, sentou-se e ficou ali, parada, tentando guardar o máximo daquele momento, simples, mas mágico, repleto de paz.
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